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Estética: área para quem quer riscar a palavra “crise” do dicionário

Publicado em: 20 de Setembro de 2016. Atualizado em: 20 de Setembro de 2016 - 09:29:00. Publicado por: Bruno Grecco.

Estética: área para quem quer riscar a palavra “crise” do dicionário

Os números do setor de estética impressionam. São bem diferentes dos apresentados em outros setores, especialmente neste momento difícil para a economia brasileira. É uma área na qual crise não existe, perfeito para quem tem vocação para estética e quer crescer profissionalmente.

O Brasil tem o terceiro maior mercado de estética do mundo. São 38 milhões de reais movimentados por ano só no setor de cosméticos e perfumaria. O dado é da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec).

As possibilidades de atuação para o profissional de estética também são muitas: salões, clínicas, como autônomo. Sem contar que o esteticista pode escolher inúmeros setores da área para trabalhar: cabelo, pele, depilação, tratamentos faciais, tratamentos estéticos para o corpo, maquiagem, cosméticos e muitas outras.

Para atuar no mercado de estética, a formação tem sido cada vez mais cobrada, pois os cuidados com a beleza podem oferecer riscos à saúde quando as técnicas e procedimentos não são feitos da forma adequada. Tanto é que boa parte dos estabelecimentos exigem curso técnico em estética para contratação. O diploma para o esteticista também é um diferencial, já que há muitas pessoas que trabalham de maneira informal na área.

 

Boa oportunidade para autônomos e empreendedores

Para aqueles que têm vocação para o empreendedorismo, a estética é um bom setor para apostar. Além disso, é possível começar um negócio de forma autônoma e investir aos poucos com os frutos que o trabalho gerar.

Segundo o Sebrae, apenas 3,4% das empresas de estética fecham. Nos outros mercados o percentual salta para quase 25%.

A formação técnica em estética é fundamental para quem quer avançar na carreira. Clínicas de estética, por exemplo, só podem funcionar se tiverem um técnico habilitado por um dos órgãos da classe. Do contrário, o empreendedor fica limitado, terá que contratar um profissional com registro ou oferecer menos procedimentos em um centro de estética, o qual não é autorizado a aplicar injeções e realizar outras aplicações perfuro-cortantes. 

 

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