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Curso técnico ou faculdade: qual a melhor opção no momento

Publicado em: 26 de Setembro de 2018. Atualizado em: 26 de Setembro de 2018 - 14:08:00. Publicado por: Marcelo Nunes.

A taxa de desemprego tem recuado nos últimos meses em nosso país, mas ainda atinge milhões de pessoas. O mercado de trabalho tem voltado a se aquecer e, para fazer parte desse movimento, é necessário se qualificar profissionalmente.

Um estudo realizado pelo SPC Brasil e CDNL mostrou que 54% dos desempregados tem apenas o ensino médio completo, sem nenhum tipo de formação complementar. É por essa razão que profissionais com qualificação têm sido cada vez mais disputados no mercado de trabalho.

Os de formação técnica, por exemplo, de tão escassos no mercado, têm recebido propostas de salário ainda melhores do que os graduados.

Caso você esteja em dúvidas entre fazer um curso técnico e cursar uma faculdade ou, ainda, quer saber qual a melhor opção para você no momento em que o país vive, leia esse artigo. Entenda a diferença entre eles e como anda o mercado de trabalho de ambos. Acompanhe:

A diferença entre curso técnico, faculdade e tecnólogo

O principal diferenciador é o foco profissional que cada uma dessas modalidades de curso possui. Além disso, o tempo de duração deles também é um ponto a se levar em consideração na diferenciação entre os cursos.

Um curso técnico tem duração média de dois anos e é focado para aqueles que desejam se formar em pouco tempo para logo atuarem em uma área específica do mercado de trabalho. Além disso, o curso técnico pode ser realizado juntamente com o ensino médio.

Entre as vantagens de um curso técnico, o valor mais em conta das mensalidades, se comparados às mensalidades de uma Universidade, deixam a formação técnica ainda mais interessante.

O Tecnólogo, mesmo tendo a duração parecida com a do curso técnico, de 2 a 3 anos, é um tipo de formação de nível superior. Um aluno com formação tecnológica pode cursar uma pós graduação ou MBA sem maiores dificuldades.

A grande questão é: alguns concurso públicos, por exemplo, não consideram um curso tecnólogo da mesma forma que considera e posiciona um curso superior, impossibilitando o candidato de concorrer à vaga.

Quanto aos cursos de graduação, ministrados em universidades, Institutos Tecnológicos ou faculdades, têm o enfoque mais teórico e podem ser concluídos em 4 ou 5 anos nas modalidades de bacharelado ou licenciatura.

Mercado de trabalho para técnicos

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, os profissionais que fizeram curso técnico ganham 21% a mais do que aqueles que apenas concluíram o ensino médio.

40% das empresas brasileiras têm encontrado dificuldade na contratação de profissionais de nível técnico. Nilson Pereira, country manager da Manpower Brasil, afirma que a fixação por ter um diploma de um curso superior tem colaborado para o baixo nível de qualificação de mão de obra brasileira.

Ainda, nesse mesmo estudo, algumas áreas, como o TI, mostraram maior potencial para impulsionar o crescimento econômico do país e, por conseguinte, gerar mais empregos.

Apenas 8,7% dos jovens brasileiros, em uma última análise realizada em 2015, ingressaram em um curso técnico, o que está muito abaixo dos demais países latino americanos e nações de primeiro mundo, como a Suíça e Austrália. Esses têm, respectivamente, 62% e 71% dos jovens inscritos em algum curso de formação técnica.

Mercado de trabalho para graduados

Além dos 18,7% de profissionais com superior completo que atuam em áreas das quais não se formaram, um em cada três pessoas que concluíram o ensino superior estão desempregadas, confirma pesquisa realizada pelo Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior (Semesp).

Para Raphael Falcão, diretor da Hays Response e Hays Experts, as empresas não pararam de contratar profissionais, apenas reduziram o número de contratações.

Em tempos de recuperação financeira, é necessário se adequar ao que o mercado de trabalho tem exigido. Para aqueles que desejam se recolocar profissionalmente, o curso técnico pode ser uma boa opção.

Nem mesmo a falta de tempo ou dificuldade de locomoção pelo trânsito e distância serão empecilhos para isso, graças a modalidade Ead.

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